Para muitas mulheres, a gravidez é um evento planejado e aguardado, e é ideal que seja assim. Pois, a partir dessa preparação para a gestação, a mulher consegue fazer uma série de exames que indicarão se há eventuais condições que podem implicar em riscos para a saúde dela ou do bebê.

No entanto, isso nem sempre acontece. Em algumas situações, a gravidez ocorre de maneira inesperada, fazendo com que a futura mãe tenha que ir se preparando para o parto e para a maternidade na medida em que a gravidez avança.

Independentemente da forma como isso ocorre, é importante que, a partir da confirmação da fecundação do óvulo pelo espermatozoide, ou seja, da gravidez, a mãe passe a ser acompanhada por um especialista que fará todo o seu pré-natal.

Sinais comuns da gravidez e confirmação

Além do atraso menstrual, algumas mulheres podem notar os seguintes sintomas:

  • Aumento dos seios;
  • Náuseas;
  • Aumento do sono;
  • Aumento do apetite;
  • Aumento da frequência urinária;
  • Maior sensação de cansaço.

Quando isso ocorre, é comum que grande parte das mulheres recorra a um teste rápido de farmácia para verificar a possibilidade de gravidez.

Em situações em que o resultado é positivo, a medida mais recomendada é buscar o serviço de saúde para realização de um teste para confirmação. Ele pode ser feito tanto por meio da coleta de urina quanto de sangue e verifica o hormônio beta hCG (ou BhCG) produzido pelo corpo a partir da fecundação do óvulo.

Importância do pré-natal durante as fases da gravidez

Uma vez que a gravidez foi confirmada, é necessário fazer o acompanhamento. Aliás, em casos em que a gravidez é planejada, como já dito antes, o aconselhável é que se tenha acompanhamento até mesmo antes da fecundação, a fim de garantir as condições de saúde ideal da mãe para a chegada do bebê.

Esse acompanhamento, chamado de pré-natal, tem a finalidade de verificar se o embrião está crescendo no local correto (dentro do útero), o tipo de gravidez (se é única ou de gêmeos, trigêmeos etc.), o risco gestacional e a possibilidade do desenvolvimento de complicações como diabetes, hipertensão ou sangramentos.

O ideal é que ele seja feito até antes do parto, com consultas que vão ficando mais frequentes de acordo com a proximidade do nascimento do bebê. Ou seja, mensalmente, até a 28ª semana; quinzenalmente, da 28ª até a 36ª semana; semanalmente, até o nascimento.

Além disso, a cada fase de desenvolvimento do bebê, a mãe é orientada a fazer exames, reforçar a imunização por meio de vacinas e seguir recomendações que farão com que o momento do parto seja mais tranquilo.

Entre as vantagens do pré-natal estão:
  • Identificar doenças que já estejam presentes no organismo da mãe de forma silenciosa;
  • Tratar problemas que possam causar prejuízos à mãe ou ao bebê;
  • Detectar malformações ainda durante a gestação;
  • Verificar o crescimento adequado do bebê e desenvolvimento da placenta;
  • Averiguar a existência de hemorragias;
  • Identificar precocemente a pré-eclâmpsia decorrente de hipertensão.
Gravidez em tempos de pandemia

Em razão do momento de pandemia do novo coronavírus, causador da Covid-19, a recomendação é de que, sempre que possível, as consultas sejam feitas por meio da telemedicina ou que as gestantes participem de programas de acompanhamento de assistência por telefone. A orientação é confirmada pela presidente da Confederação Internacional das Parteiras, Franka Cadée, em entrevista ao site da Unicef.

No Brasil, também estão orientadas as consultas domiciliares para gestantes, puérperas e recém-nascidos ou o agendamento de consultas em horários especiais ou locais diferenciados.

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